Naquela
tarde, como sempre, esperava, sentada, olhando para a paisagem.
Imaginava-me
ridícula com aquele lacinho vermelho no cabelo, com os olhos verdes. Quando ele
chegou, meu coração pulava de alegria por tê-lo perto de mim.
Passamos a
tarde juntos, fomos até a lanchonete, comemos um hambúrguer e fomos passear.
Quando chegou a noite, jantamos juntos uma deliciosa sopa. Ele levou-me para
casa. Quando ele estava na porta para me dar um beijo, eu virei para ele e
disse:
- Não dá
mais certo a gente namorar.
Ele
perguntou:
- Por quê?
- Sabe por
quê? Você é um cachorro e eu sou uma gata.
(Juliana Novaes de Souza, 8ª C,
08/07/96)
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